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terça-feira, 13 de maio de 2014

Pó na Fita - Don Jon

 Queres um filme romântico para veres com a tua miúda, que tu também gostes?

O jovem elegante, galante e galopante Jon Martello é um bon vivan que vive para si, para a sua rotina e seus vícios, entre a ida à igreja ao domingo e o visionamento interativo de filmes pornográficos (todos os dias e a toda a hora). Para revolver esta vida “pacata” surgem duas mulheres, a mulher “mais bonita do mundo”(é quase) e outra senhora que vai impor alguns desafios. Ah! Não se esqueçam da sua adorável família e seus dois amigos! Don Jon é um filme que caracteriza uma geração egocêntrica, adoradora da tecnologia e por vezes acéfala. Esta fita reformula o costumeiro filme romântico, não deixando de nos entregar um final feliz...

Joseph Gordon-Levitt é o protagonista, realizador e argumentista, encarnando muito bem os vários estereótipos do menino bonito. Scarlett Johansson é a sex symbol  que nos provoca, Julianne Moore personifica os valores da partilha, da simplicidade e do amor.

O filme está estruturado na rotina do personagem principal, apresentando-nos uma montagem dinâmica e de sequências rápidas de imagens. Este formato destaca a velocidade do quotidiano e o desprendimento com que se vive cada vez mais os momentos importantes da vida.

Através do humor subtil e personagens memoráveis a mensagem é transmitida...Deslinda-a!


Rafael Nascimento

terça-feira, 29 de abril de 2014

Pó na Fita - The Secret of Kells

Imagina um filme animado que se vê através de um caleidoscópio. Consegues?

“The Secret of Kells” desenha a história de Brandon, um rapaz monge que vive em Kells, uma abadia com uma muralha em fase de construção e uma torre no meio.  O pequeno monge vai então desafiar as normas, descobrir o mundo e encontrar a sua vocação. Uma verdadeira dedicatória à curiosidade infantil e à sua potencialidade. Esta fabulosa história cruza pedaços de fantástico com a vida real, pincela as coisas belas e rabisca  as coisas más. Entramos nos mistérios da natureza e descobrimos a beleza, bem como a maldade, que sai das mãos dos homens.

A animação é fenomenal, com uma mistura de estilos que vai desde “Samurai Jack” (aquele do Cartoon Network), ao Calvin e Hobbes e à Art Nouveau de Alfons Mucha. Uma chamada de atenção para a fantástica banda sonora, que preenche as cores de cor. O estúdio Cartoon Saloon é o responsável por este verdadeiro acontecimento do cinema de animação.

Uma fita sobre as coisas puras, sobre o significado de um tesouro. Um filme belíssimo, uma obra de arte!



Rafael Nascimento

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Pó na Fita - Moon

Como te sentirias se fosses um mineiro solitário na Lua?

A rotina de uma mineiro de helium-3 na superfície lunar em 2035 é bastante solitária. Ao longo dos três anos de duração do contrato, tem de vigiar as escavadoras e enviar carregamentos do mineral para a Terra. Esporadicamente consegue receber mensagens gravadas pela sua mulher e filha. Salvo alguma comunicações com a empresa, mais nenhum contacto tem com seres humanos.

A sua única companhia é um robô, o GERTY, que revela os seus “sentimentos” através de um número limitado de smiles, que dispõe num pequeno ecrã que faz as vezes de rosto.
Um acidente no exterior da base vem revelar a verdade sobre a “solidão” de Bell, pondo em causa a sua identidade e propósito de vida.

Sam Rockwell carrega todo este filme, não fosse este sobre a solidão, numa performance alucinante e vívida. A voz de Kevin Spacey no robô GERTY é o tom asséptico, mas ao mesmo tempo caloroso que acompanha a vertigem do personagem. Este filme de realística ficção científica de Duncan Jones, sem grandes pretensões, consegue grandes resultados. Um verdadeiro tributo a “2001 Odisseia no Espaço” e “Alien”.

“Moon” é uma metáfora sobre o trabalho nos tempos modernos e um alerta para o futuro, que não está assim tão distante.


Rafael Nascimento

quinta-feira, 20 de março de 2014

Pó na Fita - A Viagem de Chihiro

Descobre a maravilhosa viagem da pequena Chihiro, uma espécie de “Alice no País das Maravilhas” à japonesa.


Chihiro Ogino vai mudar de casa. Deixou os seus amigos e o lar amado e segue com os seus pais para a província. Durante a mudança, os pais decidem fazer uma paragem no que aparenta ser um parque temático abandonado. Depois de uma série de eventos, Chihiro vê-se embrulhada numa aventura fantástica, envolvendo bruxas, dragões, espíritos e deuses. A menina aprende a desenrascar-se, a enfrentar os seus medos, a ser corajosa, a amar. A jornada desta criança é de transformação, de crescimento; é a verdadeira expressão da fértil e ilimitada imaginação infantil. O filme define uma idade que mistura a vontade a evoluir, de assimilar lições, com uma sábia, mas criativa, interpretação do mundo.

A Viagem de Chihiro”, “Spirited Away” ou “Sen to Chihiro no Kamikakushi” é um filme de animação japonesa, do mestre Hayao Miyazaki, dos estúdios Ghibli, de 2001. Uma obra prima técnica e de argumento, com animação fluída, viva e rica, oscilando entre momentos hilariantes e tocantes. Detentor de um óscar para melhor filme de animação e de uma série de outros prémios, bateu o filme “Titanic” nas bilheteiras nipónicas, tornando-se o filme mais lucrativo de sempre no Japão.

Para voltar a ser criança, entra com a pequena Chihiro na divina casa de banhos de Yubaba...


 Rafael Nascimento

quinta-feira, 6 de março de 2014

Pó na Fita - The Secret Life of Walter Mitty


Um filme dedicado a quem sonha acordado! A quem deseja mudar a sua realidade! A quem quer viver o seu sonho! A quem tem o seu lugar no mundo...

Este filme apresenta-nos a saga de transformação de Walter Mitty, um cinzento, mas dedicado técnico de revelação de negativos fotográficos da revista Life. Walter vive uma entendiante e discreta rotina numa fuga constante para a sua imaginação, onde protagoniza as aventuras que mais deseja. A quebrar este quotidiano asséptico surge uma paixão e uma busca, que se entrecruzam e fazem ressurgir o adormecido interior de Walter. Através da materialização dos seus sonhos, ao longo de uma grande viagem de exploração, Walter descobre uma força de vontade até então desconhecida.

O valor deste filme, realizado e protagonizado pelo próprio Ben Stiller, reside sobretudo na fotografia e nos grandes planos, captando a épica aventura em belos cenários naturais na Islândia, Gronelândia e Himalaias. A câmara tem o efeito de nos imergir, primeiro nos espaços da rotina e nos sonhos, e depois somos levados para o mar e para a montanha, na jornada de metamorfose do personagem. Temos a sensação de que, por momentos, vivemos numa revista da National Geographic.

No fundo The Secret Life of Walter Mitty é um confronto entre o analógico, sob a forma da imaginação, da aventura, da natureza e da paixão, e o digital, representado pela rotina maquinal, pela indiferença e a desvirtuação dos valores de humanidade.


Rafael Nascimento

Mensagem do Opina: Rafael Nascimento escreve regularmente sobre cinema na rubrica "Pó na Fita" do Opina e no seu espaço on-line, o Lugar d'Trás. Vale a visita!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Pó na Fita - American Hustle

A história de um bom, apaixonado e gordito “vilão”. Uma trama de enganos, arrependimentos e e reviravoltas!

O filme retrata a aventura de um medíocre burlão, que vivia uma vida pacata com os seus esquemas perfeitos, e se vê embrulhado numa armadilha para o coração (o centro desta história) e a mente. Nesta teia de mentiras e mascarados, jogam polícias do FBI, sedutoras e inteligentes mulheres e políticos mais ou menos bem intencionados. Todos querem alguma coisa, dançando com diferentes pares diferentes danças. Todos ganham e todos perdem (como a vida, ao fim e ao cabo).

Os atores são brilhantes (vejam-se as quatro nomeações para óscares), vivem as personagens, vestem literalmente as suas peles, os seus tiques, caprichos e vincadas personalidades. Christian Bale e a sua barriga; Amy Adams e os seus sotaques; Bradley Cooper e os seus caracóis; Jennifer Lawrence e as suas … manias; Jeremy Renner e a sua convicção. David O. Russel, o realizador de serviço (também nomeado), dá-nos cenas singulares e cadencia toda esta coreografia para nos entregar um filme sem falhas, belo e humano.


American Hustle mostra o coração do bandido, aproxima-nos desta vil personagem, a tal ponto de se estabelecer uma identificação.


Rafael Nascimento

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Pó na Fita - Captain Phillips


Quais Piratas das Caraíbas! Os piratas magriços da Somália é que são os verdadeiros heróis/vilões.

Este thriller em alto mar apresenta-nos uma constante dicotomia entre dois mundos e os resultados desse choque civilizacional. De um lado temos o ocidente, encarnado nos grandes cargeiros,  robustos capitães e contramestres e na toda poderosa marinha dos EUA, do outro, um bando de somalis magrinhos, armados de metralhadoras e pistolas, lanchas de pesca e uma vontade resoluta e desesperada.

Estas duas realidades enfrentam-se e interligam-se numa trama frenética e bem captada pelas câmaras de Paul Greengrass. Tom Hanks oferece-nos um capitão Phillips com quem criamos logo uma afinidade, um homem seguro, dedicado ao seu trabalho e tripulação, resistente ao stress e senhor de um grande instinto de sobrevivência. Barkhad Abdi e seus compinchas encarnam os piratas de uma forma altamente realista, demonstrando as várias facetas desta comunidade de simples pescadores que se viu obrigada a dedicar-se à extorsão.


Captain Phillips é uma reflexão sobre o mundo moderno e uma aventura por si só. Façam o vosso julgamento.


Rafael Nascimento

Mensagem do Opina: "Pó na Fita" é uma rubrica de cinema em que Rafael Nascimento nos trará preciosidades antigas e recentes da 7ª arte! Sigam a fita no Opina!

Opina

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

The Hobbit - The Desolation of Smaug

A saga continua. Um ano depois da primeira parte da viagem de Bilbo Baggins (Martin Freeman), sob o mote "An Unexpected Journey" ter chegado ao cinema, eis que estreia a continuação da aventura da companhia de Thorin Oakenshield (Richard Armitage) da qual para além do pequeno hobbit fazem parte treze anões (Thorin, Dwalin, Balin, Kili, Fili, Dori, Nori, Ori, Óin, Glóin, Bifur, Bofur e Bombur) e o feiticeiro Gandalf (Ian McKellen). 

Fig 1: Tauriel, Gandalf, Thorin, Radagast e Legolas
Depois da atribulada (e apenas parcialmente voluntária) travessia das Misty Mountains a companhia de Thorin tem agora que atravessar os perigos de Mirkwood, sem Gandalf, que ficou retido na investigação de estranhos rumores em Dol Guldur, antes de chegar a Erebor e retomar o reino dos anões que fora saqueado e tomado pelo dragão Smaug.

Este filme, à semelhança de "The Two Towers", o segundo capítulo da trilogia "O Senhor dos Anéis" realizada, tal como "The Hobbit", pelo neo-zelandês Peter Jackson, introduz à narrativa uma tremenda dose de adrenalina e acção após um primeiro filme que, não desprovido de actividade, era mais introdutório, mais contemplativo, mais espiritual e com um toque de misticismo como ao fim e ao cabo são os inícios de todas as grandes viagens. 

Em "The Desolation of Smaug" a constante fuga dos anões e do hobbit à feroz perseguição de Azog e dos seus orcs por Mirkwood e Esgaroth e, mais tarde, o confronto com Smaug, juntam-se a novas partes da Terra Média a que a equipa de Jackson deu vida e que farão as delícias dos aficionados das obras de John Tolkien, proporcionando aos espectadores um impressionante espectáculo visual e cénico. A banda sonora continua extremamente bem trabalhada, dando grande ênfase emotiva ao filme. 

Fig 2: Uma agradável viagem de barril, a melhor maneira de conhecer a terra média de Tolkien
Um filme fantástico, uma óptica continuação do primeiro filme e uma porta aberta para uma conclusão épica desta obra de Tolkien, prequela de "O Senhor dos Anéis".

Nuno Soares

Classificação:

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Frozen - O Reino do Gelo

Frozen foi a aposta da Disney para o natal de 2013 e não se pode dizer que tenha sido uma má aposta como mostram os mais de 544 milhões de dólares já arrecadados em bilheteiras de um filme que ainda continua em exibição. 

Fig 1: Frozen - O Reino do Gelo
Frozen foi apresentado ao público como uma comédia de aventura, animada, claro está, através de um trailer que levantava o véu sobre as personagens, o enredo e o tipo de acção que o público poderia esperar. No entanto, Frozen é um musical (algo imperceptível no trailer), algo que sem tirar mérito ao filme pode defraudar as expectativas de quem viu o filme ser anunciado como algo bem diferente. 

Mas, sendo franco, um musical animado não é algo de mau. De todo. Frozen tem um imaginário bastante interessante que gira à volta da cidade de Arendelle e das suas duas princesas Elsa e Anna. 

Elsa nasce com a fantástica capacidade de criar e manipular gelo, habilidade que desde tenra idade é encorajada a esconder dentro de si dada a sua imprevisibilidade e perigo. Após a morte dos pais Elsa herda a responsabilidade de comandar os destinos de Arendelle mas cede à pressão das suas obrigações e ao peso que carrega, revela inadvertidamente o seu poder, fere acidentalmente a irmã e foge para as montanhas geladas que rodeiam Arendelle. 

Anna empreende então uma difícil demanda para encontrar e trazer de volta a sua irmã foragida na companhia de um vendedor de gelo e da sua rena (Kristoff e Sven). 

Fig 2: Sven
A magia é uma constante como não deixa de ser habitual nos contos da Disney e Frozen conta com Olaf, um boneco de neve que quer conhecer o verão e uma multidão de trolls mágicos para enriquecerem esta obra. 

Apesar de todos estes ingredientes que adoçam a experiência de ver Frozen, o filme peca pela superficialidade do desenvolvimento do enredo e da temática que, ainda que bem escolhida, parece, por vezes, desconexa e com lapsos. A proporção musical vs aventura/humor é também ela desfasada em relação às expectativas criadas pelo trailer, sendo que na fase inicial do filme o constante recurso a falas cantadas (que nem sempre são brilhantes) é tão frequente que afecta a capacidade de o espectador gozar a temática que a Disney montou para este filme. 

Não obstante, Frozen proporciona bons momentos e a dupla Kristoff/Sven, assim como Olaf, garantem boas gargalhadas e a aventura de Anna em salvação da sua irmã Elsa imerge os espectadores nos valores Disney, juntando a uma boa dose de amizade e ternura um omnipresente final feliz.

Um filme aprazível, longe no entanto dos mais fantásticos filmes da Walt Disney. 

Nuno Soares

Classificação: 


terça-feira, 27 de agosto de 2013

The Lone Ranger - O Mascarilha

Uma versão alternativa ao original da década de 30 foi a aposta da Walt Disney Pictures e de Jerry Bruckheimer, o conceituado produtor americano escolhido para este projecto e que conta com obras como as séries CSI ou os filmes Armageddon, Pearl Harbor e a saga Piratas da Caraíbas no seu curriculum

Fig 1: Tonto e John Reid

Este Western traz-nos a história de um jovem comanche, Tonto (Jonny Depp), exilado pelos seus por inadvertidamente ter causado a destruição da sua aldeia às mãos do homem branco, sedento das minas de prata em território comanche, e de John Reid (Armie Hammer), um advogado nomeado ranger que se vê a braços com a sede de vingança pela morte do irmão, Dan Reid (James Badge Dale), líder dos rangers em Lonesome Dove, Texas, às mãos de "Butch" Cavendish (William Fichtner), um fora-da-lei com tendências para o canibalismo e um dos dois homens responsáveis pela destruição da aldeia de Tonto. 

Em pleno empreendimento da união da costa este e oeste por comboio, o famoso transcontinental, e consequente expansão do efeito "civilizador" trazido pelos colonos americanos ao oeste selvagem, a trama envolve a corrupção que seguia o enriquecimento fácil e o monopólio dos recursos por parte dos promotores do caminho de ferro num continente ainda largamente sub-explorado. 

Fig 2: Tonto em negociações com Silver, o cavalo sagrado que adoptará Reid

John Reid e Tonto vão passar por uma série de peripécias para fazer valer a justiça sobre "Butch" Cavendish enquanto tentam proteger a viúva de Dan Reid, Rebecca Reid (Ruth Wilson) por quem John está enamorado, e o seu filho Danny (Bryant Prince).

A pouca fidelidade a um enredo que conta com 80 anos de história e mais do que uma mão cheia de interpretações pode decepcionar os mais aficionados pelo "Mascarilha" mas para os restantes, a acção e humor constantemente debitados pela dupla Reid - Tonto, deve proporcionar uma boa experiência cinematográfica que conta ainda com banda sonora de Hans Zimmer entre explosões e gargalhadas. 

Nuno Soares

Classificação:


domingo, 14 de julho de 2013

Despicable Me 2 - Gru o mal disposto 2

O sucesso de bilheteira que marcou a estreia da Illumination Entertainment em 2010 rendendo mais de 500 milhões de dólares em receitas, está de volta ao grande ecrã com Despicable Me 2.

Gru e Dr Nefario: a equipa perfeita para dominar o mundo... das compotas.
O ex-vilão Gru, o seu comparsa Dr. Nefario e um exército de minions estão de novo entre nós para nos divertir durante pouco mais de hora e meia repleta de humor, mistério, vilões hediondos e momentos de ternura protagonizados por Gru e as suas 3 filhas adoptivas Agnes, Edith and Margo.

Gru e as suas 3 filhas: Margo, Agnes e Edith.
Desta feita, Gru que uma vez abandonada a vida de vilão dedica-se ao fabrico de compotas (sem grande sucesso diga-se) é recrutado pela Liga Anti-Vilões (LAV) para combater um novo perigo, um composto mutagénico altamente perigoso.

Minion mutado com PX-41.

O grosso do filme é passado a tentar descobrir o paradeiro do composto desaparecido e evitar o seu uso indevido, demanda na qual Gru conta com uma nova parceira, a entusiasta agente Lucy da LAV, e que é sempre pontuada pelo humor contagiante dos minions e das travessuras das meninas.

Minion mutado com... não espera... este está "normal".


Um óptimo filme para se ver em família,

Nuno Soares

Classificação:


terça-feira, 2 de julho de 2013

Monsters University - Monstros: A Universidade

A sequela do filme da Pixar Studios, Monsters Inc. (Monstros e Companhia), chegou finalmente ao grande ecrã após 12 anos de interregno e sucessivos adiamentos.

Desta feita, a produtora norte-americana leva-nos atrás no tempo para nos revelar o início da grande amizade que une os personagens principais de Monstros e Companhia, o pequeno Mike Wazowski, um monstro verde e de um só olho que sonhava ser "assustador" e James Sullivan um grande monstro peludo e azul.

                                                        Fig. 1: Mike Wazowski e James Sullivan

Sem ser uma obra prima, Monstros: A Universidade cumpre o seu propósito de filme de animação, oferecendo uma experiência divertida e interessante que aprofunda a história dos dois amigos antes do seu encontro com Boo (Monstros e Companhia), retratando uma universidade cheia de rivalidades e humor, monstros para todos os gostos, desde os elitistas RΩR até aos descontraídos Oozma Kappa.

Fig. 2: Oozma Kappa Vs. RΩR, rivais nos "Scare Games". Quem serão os mais assustadores?

Em suma, um bom filme, simples e divertido.

Nuno Soares

Classificação: